Injustica
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evandro

Meu irmaõ brutamente assassinado por ISNALDO SEU AMIGO DE INFÂNCIA

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Evandro era alguém livre

Sem apego a convenções sociais

Livre no seu bairro onde não deixava morrer sua infância

Ao lado daqueles que havia crescido com ele e resolvido viver naquele círculo

Círculo da Monteiro Lobato

 

Tímido as vezes

mais com muito humor meu irmão ganhava o carinho de todos

Todos os viram crescer

com uma filha grávida se divertia com ela

como se a  idade não lhe fizesse peso nos ombros

Criava a filha da segunda mulher que chora sua falta

 

Essa segunda mulher Eliana  foi o amor da sua vida

E que lhe fez responsável

Pena que só durou  3 anos até Isnaldo o Deus assassino resolver

Destruir seu ser por causa de um suposto trote

 

Mesmo que meu irmão fosse um vagabundo que não era

Ninguém merece morrer por uma fofoca mentirosa

de mulheres que não tem o que fazer e

Ficavam   nas portas através das suas línguas levando outros a morte

 

A família de Vandinho compõe de dois artistas plásticos, uma universitária, uma diretora em Sergipe,

uma decorada da área de cortina, um programador alemão, um tenente reformado e sociólogo

De uma viúva que trabalhou muito para nos criar nos deu amor

e nos fez o que somos e que Isnaldo o Deus assassino tirou dos seus braços o filho mais velho dos homens que segundo ela era a corda do seu coração

E quem vai agora segurar o coração dessa mãe em dor?

 

Ai a prova que meu irmão não era vagabunda

 Que tinha família

 

E que juntos queremos justiça de Deus e dos homens

Violência só gera violência

Só o amor edifica

Segurança/Técnico em eletrônica é morto com golpe de espeto
Homicida esteve na 3a Delegacia e alegou ter sido vítima de agressão, sendo liberado do flagrante

 

Por Helga Cirino

Autor confesso do assassinato do amigo de infância Evandro Marques de Oliveira, 38 anos, anteontem à noite, no bairro do Jardim Cruzeiro, morto com um golpe de espeto de churrasco, Isnaldo de Santana, 30, foi detido na 3a Delegacia (Bonfim). Inexplicavelmente, foi liberado do flagrante e libertado pelo delegado plantonista José Edson de Jesus Araújo. Revolta da, a família da vítima vai entrar com uma representação na Corregedoria da Polícia Civil contra o delegado.

O crime ocorreu por volta das 18h30, quando o técnico em eletrônica Evandro Oliveira se dirigia para sua residência e foi abordado por Isnaldo e sua esposa, com quem havia se desentendido há cerca de cinco dias, em virtude de um boato espalhado no bairro de que ele estaria ligando para a mulher do amigo e passando trote. Depois de agressões verbais, Isnaldo sacou o espeto que carregava na cintura e atingiu o oponente no abdômen.

Mesmo ferido, Evandro ainda conseguiu chegar até a sala de sua residência, caindo no sofá. Acreditando se tratar de um ataque de coração, familiares o socorreram ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde, somente então, descobriram que o parente havia sido vítima de um golpe de um objeto pontiagudo que lhe atingiu o fígado e rins, provocando hemorragia interna e posteriormente sua morte.

Logo depois, vizinhos que testemunharam o crime chegaram ao hospital e denunciaram o assassinato. Desesperado, Zacarias Oliveira, 34, irmão da vítima, informou o homicídio a policiais do posto policial do HGE, que entrou em contato com a 3a Delegacia (Bonfim), descobrindo que o homicida havia acabado de chegar naquela unidade para prestar uma queixa de agressão contra Evandro.

Mesmo sendo informado que o denunciante havia assassinado o técnico em eletrônica, o delegado ouviu Isnaldo e expediu guias de lesões corporais para ele, lavrando um auto de apresentação expontânea. Em seguida, o liberou. "Isso é um absurdo, meu irmão foi assassinado. Isnaldo foi detido em flagrante por homicídio e logo depois liberado", indignou-se Zacarias.

Quanto vale a vida?

 Um amigo planeja matar

 Um mulher convencida e vaidosa quer chamar atenção pra sua beleza

Um outra mulher fofoqueira

E ai o show começa

 E vão atuando até chegar ao palco do crime

Não se importam se não haverá muitos públicos aplaudindo

mas querem atuar

Acham que a vida nao tem valor

 Sao criaturas do gueto

que vem para ruas destruir a infância de muitos

Através do Bar do Nado

 Crianças passaram a beber

E se viciaram

Se tornando alcoólatras

Juntamente com o chefe do bar que ao poucos produzia uma assassino

Frio cruel que mata seu amigo

 Sei que meu irmão nao era obediente

mas se alguém precisasse dele logo ao seu lado estaria

principalmente se tivesse doente

 Vandinnnnnnnnnnho

esse grito fica

Na voz de uma mulher sofrida que se chama Maria

E que já perdeu muito

 E um deus Isnaldo por um dia resolveu mutilar

Essa mulher

Te tirando uma das razoes de viver

 Será que há Justiça

Nas mão dos Homens desse planeta?

 De Deus nao se mofa o que o homem plantar ele colhe

 Mas que será que haverá justiça nesse bairro

Será que mais morrerão

Sem nem conhecerem seus netos ?

 Cássia chora por ter em

 Vandinho seu amigo

 E Eiana , Adriele e Leila

 Quem justificará a elas que ele nao voltará a noite

Para brincar e brigar sobre um acento na tv?

 E a  Monteiro Lobato rua

Deixara de ser o mundo dos sonho do escritor e passará a ser um filme de terror?

 Onde esta o riso do meu irmão?

Sufocado pela inexistência e o silencio

Que rodeia esse ato mau

 Precisamos  de justiça

Mas não com as mãos

 Os homens

 foram encarregados pra isso

Justiça necessito

justiça pedimos

  Isnaldo precisa viver num mundo negro que ele optou quando se fez Deus por um minuto tirando a vida de vandinho 38 anos filho de um viúva. A morte nao ensinaria Isnaldo a ver como dói um ato mau mas a cadeia ensinará que a vida tem um preso

 E quando se tira a vida humana se tira os sonhos dessa pessoa e dos quem ficam Isnaldo o assassino do meu irmão

E destruir nossas vidas

Nos tirou a seqüência da historias .

Isso ele precisa pagar

E quem contribuiu com as calunias deve ser reconhecidas como assassinas tal pois a língua dessas pessoas

prova que podem matar

Ignorar essas pessoas e o melhor remédio

se aqui nessa rua de pessoas descentes queremos justica

vamos aguardar justica do homem

ele será preso